terça-feira, 14 de outubro de 2008

I'm only happy when it rains (Eu só estou feliz quando chove)

Porquê, na maioria das vezes, só ficamos felizes quando ocorre tudo bem, quando o dia ou a vida não nos surpreende desagradávelmente? Eu só fico feliz quando chove. Só sorrio na escuridão. Estou feliz quando é complicado. Meu único conforto é a noite escura. Meu único silêncio é o fúnebre. Talvez eu esteja com uma nova obsessão. Talvez eu esteja entrando numa profunda depressão.

Mas não se assuste é apenas uma fase (sombria), mas apenas uma fase (eu acho).

sábado, 11 de outubro de 2008

Estranho

- Tu és feliz? (pergunta alguém que nem conheço, no meio da rua).
Hesitei um pouco em responder. Que motivo eu tinha de responder a essa interrogação tão... E também nem conhecia a tal pessoa, era uma pergunta bem pessoal para responder a um qualquer. Mas de repente me via falando:
- Não sei, talvez.
- Pois acho que tu és muito feliz.
- Hã? (balbuciei).
- A senhora está louca (disse friamente).
- Haha... Nada disso. Só fiz uma simples pergunta que não é tão estranha assim.
Sei não, mas acho que essa mulher tá meio chapada. De onde alguém vem do nada me perguntar "Tu és feliz?".
- E por que você acha que sou feliz?
- Primeiro, és uma criatura que Deus criou com todo o amor. E se somos criaturas criada por algo tão maravilhoso e feito de amor, que é Deus, então somos muito felizes, pois Deus nos enche sempre de alegria. E as dificuldades que Ele coloca em nossos caminhos é para nos fortalecer. E em segundo, senti algo muito bom quando olhei pra tu.
- Fico lisonjeda. E em resposta a sua pergunta, sou feliz sim.
Logo em seguida, a misteriosa mulher sorriu e sumiu rapidamente. Fiquei a pensar depois no momento estranho que eu tinha acabado de vivenciar. Resolvi então esquecer esses instantes, pois já estava ficando pertubada tentando enterder o que havia ocorrido. E andei como se nada tivesse acontecido.


OBS.: Fatos meramente fictícios

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Introdução ou Primeira Postagem

Mortes, fome, injustiça, violência.... Torna-se sufogante viver. Ah! Fugir, seria revigorante (mesmo que fosse por um instante). Refugiar-se nos devaneios, nos sonhos...


' Viajando pela França (talvez), ficava apreciando e envolvento-se nas mais deliciosas aventuras (e desventuras) que poderia acontecer, num lugar tão fascinante e encantador que é a França e, talvez, os franceses. Andando pelas ruas da cidade luz, admirada com aquela beleza, conheço (não sei como, ainda) um francês, de olhos claros, alto e extremamente simpático. Ficamos super amigos, ele ensinava-me francês, levava-me há lugares extraordinários, surpreendentes. Conversávamos durante horas (mas não o tempo todo em francês) sobre inúmeras coisas. Passamos uns, aproximadamente, 5 meses assim. Até que um dia ele deve que viajar para visitar a sua família, no interior da França. E foi neste período que percebi que ele me fazia uma enorme falta, ficava me perguntando se ele iria voltar, se ele não havia esquecido de mim, se ele me amava (neste momento parei por um ou dois segundos). não acreditando no que havia saido da minha boca comecei a refletir. Amar, será? Podia ser que ele me amasse como amiga, mas naquela hora falei aquilo com a vontade de ele me amar como mulher. Foi aí que fiquei sentada no meu quarto (alugado), eu o amava, e não sabia como isso tinha começado, amava ele intensamente. Comecei a relembrar momentos com ele e percebia que quando ele falava, minha atenção não estava em suas palavras mas sim nos seus olhos, na sua boca. De repente, subitamente, uma palavra saiu da minha boca "apaixonada", era o que eu era naquele instante, uma mulher loucamente apaixonada... '. Pararei por aqui com essa fantasia (ou será desejo, sonho, sei não).
Então, é isso que é maravilhoso, imaginar, sonhar, fantasiar, com o inalcansável, ou apenas com algo longínquo(por enquanto).